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                                           ADQRBRASIL 

ASSOCIAÇÃO DOS DEPENDENTES QUÍMICOS EM RECUPERAÇÃO

 NÃO TENHA MEDO, DENUNCIE! Tel.: 21 2605 7267

www.facebook.com/ADQRBRASIL

 

 

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02/12013

BANDA ALEGRIA SEM RESSACA

A banda Alegria Sem Ressaca completa dez anos de desfiles preventivos em 2013. O desfile deste ano será no domingo, 3 de fevereiro, com concentração às 9h, na esquina de R. República do Peru com Av. Atlântica, e dispersão às 12h no Posto 6.

Há duas grandes novidades este ano.  O cantor, ator e compositor Eduardo Dussek é o novo rei da banda Alegria Sem Ressaca, e a delegada Valéria Aragão, titular da DCOD – Delegacia de Combate às Drogas do Rio de Janeiro – é a nova madrinha do desfile.

Eduardo Dussek empolgará os integrantes da banda entoando marchinhas ao lado da Velha Guarda Musical da Vila Isabel, outra novidade do desfile de 2013.

Criada pela ABRAD – Ass. Bras. De Alcoolismo e Drogas (www.abradonline.org.br), que tem o médico especialista em dependência química Jorge Jaber na atual presidência, a banda Alegria Sem Ressaca mais uma vez vai levantar o estandarte da prevenção ao abuso de álcool e ao uso de outras drogas.

As camisetas da banda são gratuitas, e a distribuição será feita no local do desfile, a partir das 9h do dia 3 de fevereiro, por ordem de chegada.

A Alegria Sem Ressaca terá alas de reforço à prevenção ao uso de drogas, com foliões que sabem que ninguém precisa se drogar para se divertir. Estarão presentes no desfile terapeutas-conselheiros em dependência química, ex-usuários de drogas e seus familiares.

A FAB – Força Aérea Brasileira – que em 2012 fez ação pioneira de prevenção ao uso de drogas nas fronteiras onde ocorre o narcotráfico com o apoio de especialistas da ABRAD – Operação Ágatha 5 – estará presente também.

A Associação Lagoa Azul, do Mestre João do Pulo, levará uma ala jogando capoeira durante o desfile.

A Alegria Sem Ressaca tem o patrocínio do SESC. Também apóiam a iniciativa os conselhos municipal e estadual Anti-Drogas, a APERJ, a ABP, OAB e o IAB e as ONGs Trânsito Amigo e BRAHA.
A CEDAE vai distribuir copos d’água para matar a sede de todos os participantes do desfile.

Conheça um pouco mais da Alegria Sem Ressaca vendo o vídeo que mostra o desfile 2012:

http://www.youtube.com/watch?v=1xLwTQu9lmI
E veja a chamada para o desfile 2013, com Eduardo Dussek:
https://www.youtube.com/watch?v=_0VazLDawjw

 

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09/52012

Clínica é suspeita de cárcere e tortura contra internos em Ribeirão Preto

O dono de uma clínica para dependentes químicos foi preso em flagrante acusado de cárcere privado nesta terça-feira (4), no Recreio das Acácias, em Ribeirão Preto(SP). A denúncia foi feita pelo setor de inteligência da Polícia Civil, que investigará também crime de tortura contra os internos.

O delegado responsável pelo caso, José Luis de Meireles Junior, contou que foi ao local averiguar a denúncia e encontrou cinco internos, entre eles um menor, trancados em um quarto, cuja janela tinha grades. Eles seriam internos involuntários – que não aceitam o tratamento – e estariam presos por motivos como tentativa de fuga da clínica ou fumar cigarros a mais que o permitido. “Apesar de estarem tranquilos, pairava um medo no ar, possivelmente por já terem sofrido violência física”, afirma o delegado.

Ainda de acordo com ele, a equipe ouviu o depoimento de todos os internos e de um dos monitores do local. “A revolta entre eles era grande e o próprio monitor disse que não internaria um filho ali”, diz Meireles Junior. O proprietário foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Ribeirão e a polícia dará continuidade às investigações. Todos os internos passarão por exame de corpo de delito.

Sobre o funcionamento da clínica, o delegado afirma não ser de sua competência realizar o fechamento, mas que após a instauração do inquérito policial, o Ministério Público tomaria conhecimento do caso.

Revolta
Durante a visita da reportagem, um dos internos, de 22 anos, que preferiu não ser identificado, arrumou as malas e deixou a clínica, confirmando as agressões. “Ele me obrigava a trabalhar na cozinha e se não trabalhasse eu apanhava, fui agredido por cinta e amarrado em uma maca.” Ele estava internado há um mês e saiu sem que fosse impedido por nenhum funcionário.

Defesa
O advogado da clínica, Daniel Rondi, defende o método da internação, afirma que todas as ações são decididas por médicos, informadas ao Ministério Público e que a situação relatada pela polícia é uma “interpretação do delegado”.

Quanto à violência, ele afirma que os internos não têm consciência apurada para dar  depoimentos absolutamente verdadeiros e que a revolta pode ser entendida como um desabafo. “O tratamento realizado não tem caráter punitivo, mas sim terapêutico e não há no local ninguém machucado, isso ficará provado com os exames realizados”, garante Rondi.

O gerente comercial Nelson Osório Junior, que é pai de um dos internos da clínica, também defende os métodos utilizados no local. Ele explica que o filho, de 21 anos, viciado em cocaína, já precisou ser trancado no quarto, o procedimento foi informado pelo proprietário. “Ele precisava ser trancado e eu concordei plenamente”, confirma o pai.

 

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05/262012

A HISTÓRIA DE UM DE NÓS PODE SALVAR A VIDA DE ALQUÉM QUE VOCÊ AMA!

DEPENDENTE QUÍMICO EM RECUPERAÇÃO

Nossa experiência de vida tem ajudado a salvar outros dependentes químicos,

é assim que funcionam as irmandades anônimas (AA e NA). Com nossas histórias de vida somos úteis na recuperação de outros que querem deixar as drogas. Funciona! O avanço das drogas é mais rápido e devastador do que a capacidade que temos em recuperar os que nelas se afundam.  Sem precedentes mundiais drogas como o crack entre outras tem devastado milhões de pessoas no mundo.

A SOCIEDADE PRECISA DE VOCÊ!

Uma vez em recuperação todos nós temos um dever com a sociedade: alertar ao próximo (nosso irmão, nosso semelhante)sobre os perigos de se usar drogas. Você adoeceu e como você outras milhares de pessoas irão adoecer se ninguém fizer nada!

DEIXE QUE AS PESSOAS SAIBAM O QUE AS DROGAS FIZERAM EM SUA VIDA!

Não há porque ter vergonha…vergonha passávamos humilhados em busca de mais uma “dose”. Hoje podemos ajudar a salvar vidas inocentes.

OU VOCÊ NÃO SE IMPORTA?

 

 

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05/142012

ADQR DENUNCIA CAPSad ao Ministério Público

INFORME  DA ASSOCIAÇÃO DOS DEPENDENTES QUÍMICOS  EM RECUPERAÇÃO

O presidente da ADQR Marcelo da Rocha ingressou com denúncia  no Ministério Público para que se apure que tipo de tratamento  esta sendo ofertado nos Centros de Atenção Psicossociais Álcool e Drogas.

Convocamos para próxima reunião de nossa entidade com local e data ainda por serem definidas debate sobre o tema.

Sou um dependente químico não um usuário de drogas que quer  fazer uso recreativo de drogas. Busco em tratamentos ficar longe de drogas. Não posso admitir que os profissionais do município do Rio sugiram que para maioria de nós só existe a possibilidade  de fazermos tratamento com base em substituição de drogas. Por isso decidi ingressar com o pedido abaixo no MP.

 Caros senhores membros do Ministério Público do Rio de Janeiro

Eu Marcelo da Rocha brasileiro, casado, morador do município de Niterói, servidor publico. Venho pedir providência no sentido de que seja apurada o incentivo ao uso de drogas promovido no interior dos centros de atenção psicossocial álcool e drogas (CAPSad) do município do Rio de Janeiro (em suas unidades Botafogo, Maracanã e Engenho de Dentro) Tendo em vista postura da coordenação de saúde mental denunciada em matéria do jornal O DIA edição de sábado, 12 de maio de 2012 ( transcrita ao final) em que a coordenadoria de saúde mental distribui em seu site(blog), de responsabilidade de seus funcionário, segundo a secretária de saúde do Município do Rio,  livro orientando, incentivando e/ou sugerindo seus servidores e freqüentadores do site que plantar maconha, consumir a erva e outras drogas podem ser alternativa para tratamento de dependentes químicos.  Tendo este tipo de orientação sido passada e usada como referência para os prestadores de serviço da saúde mental do Rio responsável responsáveis pela reabilitação de pessoas comprometidas com drogas, e que práticas como o consumo diário de maconha, sugerido pelo material distribuído pela coordenadoria de saúde metal do Rio de Janeiro, constitui ilegalidade. Peço que este Ministério Público tome providências no sentido de apurar quais as técnicas e métodos que os referidos CAPSad estão se utilizando e da legalidade de suas metodologias.  A Coordenadoria de saúde mental do Rio de Janeiro expôs este material para mais de 180mil visitantes de seu site o que configura uma certeza de sua ideologia, pelo longo período de distribuição.  O material que me constrange como portador da dependência química, que sou, só foi retirado do ar após denúncias do Jornal o Dia.  Mas sei que pregações pela legalização das drogas são constantes no meio de redutores de danos. Redutores de danos são “técnicos” contratados pelos CAPS para o primeiro trato com nós dependentes químicos.

No aguardo de providência

Marcelo da Rocha

Matéria do Jornal O Dia 12/05/2012 http://odia.ig.com.br/portal/rio/sa%C3%BAde-defende-a-maconha-1.439638

Sua mensagem foi enviada sob o numero 186343.

Guarde este número para futuro acompanhamento da solução.
O Ministério Público dará o andamento necessário à sua denúncia.

Outrossim, solicitamos que eventuais contatos sejam feitos através da nossa página www.mp.rj.gov.br, pois o e-mailouvidoria@mp.rj.gov.br está disponível, tão somente, para uso interno.

 

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05/122012

Saúde do Rio de Janeiro defende a maconha

Rio -  Plantar maconha para consumo próprio ou frequentar cultos da seita Santo Daime. Essas são duas das polêmicas alternativas para a redução de danos à saúde de dependentes químicos, abordadas no livro ‘Drogas: Clínica e Cultura/Toxicomanias, Incidências Clínicas e Socioantropológicas’, recomendado pela Coordenação Saúde Mental, programa da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil.

Arte: O Dia

No site da coordenação (saudementalrj.blogspot.com.br), que tem a logomarca da Prefeitura do Rio, a publicação, de 305 páginas, tinha destaque para download gratuito. Por volta de 22h de ontem, depois de questionamentos feitos pelo DIA, o blog, com mais de 105 mil visitações, tirou o livro do ar.

Na página 248 da publicação, Antônio Nery Filho e mais três autores — Edward MacRae, Luiz Alberto Tavares, Marlize Rêgo —, defendem a liberação e a regulamentação do porte, cultivo e distribuição não comercial de cannabis sativa (maconha). “Uma outra dimensão do plantio, cultivo, semeio e colheita pode ser vislumbrada, não como ato não permitido, mas como efetivo e eficaz mecanismo de redução de danos”, diz o texto.

Na mesma página os escritores justificam: “Permitindo ao usuário produzir a droga que consome, o Estado estaria contribuindo com a não inserção (do viciado) no mundo da violência e do tráfico, e em face da segurança e integridade física e emocional, como sua própria saúde”. Já na página 248, uma ‘dica’ inusitada e perigosa: “… 100 gramas de maconha podem ser considerados uma quantidade razoável para um usuário diário”.

A seita Santo Daime, doutrina surgida na região amazônica e cujo um dos adeptos, fora de si, matou o cartunista Glauco em 2010, surpreendentemente é considerada pelos autores no livro como “exemplo de redução de danos”. Na seita, bebe-se um chá com propriedades alucinógenas.

 

O LIVRO QUE DEFENDE AS DROGAS E FOI RETIRADO DO AR PELA SECRETÁRIA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DO RIO  

Associação pede mais tratamento

O presidente da Associação dos Dependentes Químicos em Recuperação, Marcelo da Rocha, não poupou críticas ao conteúdo do livro e ao governo municipal. Em audiência pública sobre drogas na Assembleia Legislativa, quinta-feira, ele deixou claro sua indignação.

“O que está por trás disso é uma política nefasta de legalização das drogas. Defendemosajuda para quem, por algum motivo, acreditou que seria bom usar drogas, e teve suas vidas e de suas famílias destruídas, mas agora quer recomeçar tudo sem usar drogas”, afirmou.

De acordo com ele, nos únicos três Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) do município, que tratam pessoas com transtornos mentais decorrentes do uso de álcool e outras drogas, os usuários têm sido recomendados a “mudar de droga” e não a parar com o vício. Semana passada, O DIA mostrou com exclusividade a precariedade no atendimento nas clínicas mantidas pelo governo estadual.

Secretaria diz que blog é de funcionários

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil alegou que o livro é utilizado de forma acadêmica por diversos profissionais da saúde mental no país e que o conteúdo é de responsabilidade de seus autores, sem qualquer ligação com o órgão da prefeitura. “A secretaria tem papel histórico no combate ao uso de drogas neste município, tendo como missão a defesa da vida e a não exclusão de qualquer paciente do sistema de saúde”, diz o texto.

O órgão frisa que é responsável pelo tratamento de mais de 3.500 usuários de drogas e trabalha com a política de redução de danos seguindo as determinações da Coordenação de Saúde Mental do Ministério da Saúde.

A secretaria afirma que o livro é “uma publicação oficial da Universidade Federal da Bahia e reconhecido pelo Scielo Book, o principal portal acadêmico no Brasil”. E também que não distribui exemplares da publicação: “O blog citado é iniciativa dos funcionários da Coordenação de Saúde Mental da secretaria. A publicação não integra o site oficial da SMSDC e não expressa a opinião da secretaria”. Mas o órgão não explicou, no entanto, porque permite sua logomarca oficial no espaço.

 

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05/62012

Clínicas grátis para viciados chegaram ao fundo do poço

Uma fechou semana passada: só restam 180 leitos em duas, em Santa Cruz e Valença, que funcionam precariamente. Espera por vaga demora até sete meses

POR FRANCISCO EDSON ALVES

Rio -  Clínicas gratuitas de tratamento para dependentes químicos estão no CTI. Das únicas três ligadas ao governo do estado e administradas por ONGs, a de Barra Mansa fechou na semana passada. A de Santa Cruz reabriu mês passado após seis meses sem atividade e, na de Valença, os salários dos funcionários estão atrasados e alguns já pediram demissão. Nas duas abertas há só 180 leitos, somados. Associação de Defensores dos Direitos de Defesa dos Dependentes Químicos em Recuperalção (ADQR) estima que haja mais de mil viciados que buscam reabilitação, em vão.

“A situação é absurda. O descaso conosco é total. Não temos socorro do poder público”, desabafa o presidente da ADQR, Marcelo da Rocha. “Na rede privada, o tratamento é muito caro. Pode custar até R$ 12 mil por mês”, lamenta.

Os repasses de R$ 670 mil feitos pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) se tornaram irregulares. A Clínica Nise da Silveira, de Barra Mansa,administrada pela ONG Semente do Amanhã, parou de funcionar dia 30. “Não tínhamos como arcar com as despesas. O estado não nos repassa recursos desde dezembro”, alegou a diretora da clínica, Paula Nader. A Clínica Michele da Silveira de Morais, de Santa Cruz, também ficou meio ano fechada por falta da verba do estado.

Desolado, X., 24 anos, viciado há 7 em cocaína e drogas sintéticas esperou 7 meses por vaga na Nise da Silveira. Com 15 dias e internação, ela fechou: “Fui pego de surpresa. Avisaram meus parentes para vir me buscar no dia do fechamento. Temo uma recaída”.

Interrupção de tratamento é fatal

Drama parecido vive M., 52 anos, cujo filho Y., 19, é viciado em crack. Seu tratamento foi interrompido em setembro, com o fechamento da clínica de Santa Cruz: “Ele voltou a dormir nas ruas e nem sei se está vivo”.

A interrupção pode ser fatal. “O usuário acaba tendo recaída e volta para o vício. Não raramente, esse retorno é fatal”, adverte a psicóloga Cristiane Yokoyama.

A Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos informou que em 40 dias abrirá 320 vagas em mais cinco unidades, mantidas por ONGs. Serão R$ 10 milhões de investimento. O órgão explicou que dívidas da Sementes do Amanhã com a Receita Federal e o INSS leveram à suspensão da verba.

INTERNAÇÃO SÓ ATRAVÉS DA JUSTIÇA – MARCELO DA ROCHA – PRESIDENTE DE ASSOCIAÇÃO

O presidente da ADQR, Marcelo da Rocha, não poupa críticas ao governo do estado que, na sua opinião, “não tem compromisso” com a recuperação de dependentes.

  1. Há outro meio para se conseguir internação, a não ser esperando até 7 meses na fila?
    — Marcelo: Só através da Justiça. Boa parte das internações em clínicas públicas só tem sido conseguidas por meio de liminares. Ano passado, foram 50 casos.
  2. Mas a Secretaria de Assistência Social diz estar se esforçando para prestar atendimento adequado.
    —  Ao contrário. O estado está cada vez mais abandonando os dependentes químicos, pois sabe que as clínicas mandam com frequência pacientes para casa sem esboçar responsabilidade. Infelizmente, ninguém toma providência.
  3. É fácil conseguir informação sobre vaga?
    — Não existe um banco de vagas acessível para consultas públicas. Deveria haver cadastro único e sigiloso de dependentes. Não há controle.
  4. E os projetos do governo municipal?
    São falhos também. Falam em abrir mais leitos com apoio do governo federal, mas também não acolhem os que querem se tratar. A internação compulsória, então, soa como contrassenso.

http://odia.ig.com.br/portal/rio/cl%C3%ADnicas-gr%C3%A1tis-para-viciados-chegaram-ao-fundo-do-po%C3%A7o-1.437600

 

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04/182012

incluídas nas cotas das empresas (lei 8213) pessoas com transtorno mental na forma da Convenção de 2008

ATA DE AUDIÊNCIA
“Aos doze dias do mês de abril do ano de 2012, às 14h05, na sede da Procuradoria do Trabalho da 1ª Região, com as presenças das procuradoras do Trabalho, Lisyane Chaves Motta e Luciana Tostes de Guadalupe e Silva, no interesse do Procedimento Promocional nº 002290.2011.01.000/3, foi inaugurada a reunião para ressaltar o papel instrumental do Procedimento Promocional e se registra desde já a premissa para atuação institucional de que estão incluídas nas cotas das empresas (lei 8213) pessoas com transtorno mental na forma da Convenção de 2008.”

Considerando a experiência de inclusão de usuários de saúde mental na empresa Prezunic Comercial Ltda (Projeto Gerência de Trabalho), O setor mercadista foi o eleito para a expedição de notificação recomendatória dando conta da nova situação, ou da inclusão nas cotas de pessoas com transtorno mental.
Enfim, testemunhamos medidas efetivas de proteção ao trabalho formal para uma parcela da população historicamente excluída do contrato social.
Sim, esse é um espetacular avanço na conquista de direitos ao usuário de saúde mental no Brasil!
Estiveram presentes: Lisyane Motta (MPT), Luciana Tostes (MPT), Narciso Guedes (Auditor Fiscal do Trabalho), Marcelo de Freitas (Auditor Fiscal do Trabalho), Maria Christina Menezes (SSSAT/SETRAB/RJ), Vera Pazos (NUSAMT), Naira Saraiva (OAB), Geraldo Nogueira (Comissão de direitos de PPD), Ana Cecília Salis (Projeto Gerência de Trabalho).
att

 

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12/22011

Conselho Federal de psicologia / levantamento de clinicas para dependentes químicos

Centros de recuperação de drogados preocupam especialistas

Conselho Federal de Psicologia divulgou um relatório no qual considera alarmante a situação dos centros de internação para usuários de drogas no país. A entidade denuncia a precariedade das instalações, falta de higiene, alimentação inadequada e casos de maus tratos.

 

O Conselho também pede uma investigação por parte do Ministério Público e providências do Governo Federal.

http://radioglobo.globoradio.globo.com/noticias/2011/11/29/CENTROS-DE-RECUPERACAO-DE-DROGADOS-PREOCUPAM-ESPECIALISTAS.htm

 

PARECER DA ASSOCIAÇÃO DOS DEPENDENTES QUÍMICOS SOBRE O RELATÓRIO DO CFP. “locais de internação para usuários de drogas”

O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA  elaborou um documento o qual tem a pretensão de revelar quais as condições de “tratamento” a que nós, dependentes químicos, somos submetidos, em especial nas chamadas comunidades terapêuticas.



O referido documento tem como seu maior valor ter sido produzido pelo CFP, uma entidade de grande porte e visibilidade, o que faz com o que o tema ” maus tratos à dependentes químicos em ambiente de internação” tenha atenção nacional.



Nossa entidade ADQR ( Associação dos Dependentes Químicos) nasceu em 2001, da necessidade de seus membros de tornar pública a realidade “aterrorizante” na qual o  paciente dependente químico químico era submetido ao buscar alguma forma de tratamento. Desde então temos denunciando para imprensa, ministério publico, OAB, comissões de parlamentares de sobre drogas, até para  grupos internacionais contra a tortura, sem que nunca tivéssemos encontrado algum tipo de amparo.

Para o CFP e para os diversos CRP’s enviamos dezenas de e-mails sem nunca obter nenhum tipo de resposta.

Hoje são os maiores aliados na luta contra a tortura, o cárcere e os maus tratos contra os dependentes químicos no Brasil: alguns Ministérios Públicos Estaduais (dentre os quais não se encontra o do Rio de Janeiro) e   a IMPRENSA  que ano a ano vem noticiando a realidade escabrosa realidade vivida por muitos de nós dependentes químicos quando buscamos tratamentos.



O documento elaborado pelo CFP é superficial e poderia ter sido melhor elaborado a partir das denuncias dos próprios dependentes químicos, do brilhante trabalho de alguns ministérios públicos e até mesmo em rápida busca na internet.



Gostaríamos de alertar aos futuros conselheiros, a imprensa e a sociedade que a realidade vivida por nós dependentes químicos, hoje no Brasil, é muito mais cruel do que a revelada pelo relatório do CFP. Estamos falando de mutilações, choques elétricos, uso de armas de fogo, dopagem de internos, castigos físicos, em grande número, muito longe  da falta de estrutura física ou falta de equipe médica terapêutica adequada, que claro tem que ser sanada.



Estranhamos o CFP com toda sua estrutura não ter podido produzir relatório que desnudasse toda a perversidade e crueldade travestida de terapêutica existente no Brasil.



Nós da ADQR seguimos lutando para banir estas práticas da realidade terapêutica.

Abaixo o resultado da última denuncia encaminhada pela associação ao MP-RJ

À OUVIDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO, A NOTÍCIA REFERENTE À OUVIDORIA PROTOCOLO Nº. 151856 FOI RECEBIDA POR ESTA PROMOTORIA DE JUSTIÇA. A PROMOTORIA DA SAÚDE, AGRADECENDO O ENVIO DA NOTICIA PELO(A) NOTICIANTE, INFORMA AO(A) MESMO(A) OS SEGUINTES PONTOS: 1. A NOTÍCIA APRESENTADA PORV.SA,. ATRAVÉS DA OUVIDORIA DO MPRJ, SERÁ AUTUADA COMO NOVO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO PARA APURAÇÃO DO FATO NARRADO QUANTO AOS ASPECTOS DE TUTELA COLETIVA. 2. A PROMOTORIA DA SAÚDE,ENTRETANTO, NÃO DETÉM ATRIBUIÇÃO PARA SOLUÇÃO DE LESÕES A DIREITOS INDIVIDUAIS DE CIDADÃOS DECORRENTES DE POSSÍVEIS IRREGULARIDADES ADMINISTRATIVAS E/OU DEFICIÊNCIAS DE ATENDIMENTO NO SISTEMA DE SAÚDE (OU SEJA, NÃO PODE PROPOR AÇÕES NA JUSTIÇA OU INSTAURAR INQUÉRITOS CIVIS PARA DEFESA INDIVIDUAL DOS DIREITOS DE CIDADÃOS LESADOS). HÁ NECESSIDADE DE PROCURAR POR ATENDIMENTO JUNTO AOS ÓRGÃOS DE DEFESA DE DIREITOS INDIVIDUAIS (DEFENSORIA PÚBLICA, SERVIÇOS JURÍDICOS DE ESCOLAS DE DIREITO, ETC.).

É triste ver como uma denuncia contra uma clínica sem nenhuma condição de funcionamento realizada ao MP acaba desta forma . É assim que acaba a maioria das denuncia contra nossos agressores.



Assim os órgãos como o MP, CRP, CFP, CRM, OAB e tantos outros no RIO e no Brasil têm se portado ao receber denúncias de nós dependentes químicos.



Abaixo segue material que sempre esteve disponível no site de nossa associação revelando o quão mais aprofundado deveria ter sido o trabalho do CFP e quão grande é o descaso das autoridades e da sociedade brasileira para o tema

 

 

Rio de Janeiro Recolhe dependentes a força e fecha clínicas de tratamento

 

 Uma aposentada luta para internar o filho viciado em crack. Duas clínicas da rede pública foram fechadas por falta de convênio.

 

PRIMEIRA CLÍNICA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO FECHADA

Dependentes químicos estão recebendo alta  antecipada da clínica estadual Michele de Morais na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A clinica que tratava de drogados desde 1990 em convênio firmado  com a ONG Comunidade S8. Deixou de atender novos pacientes deste a semana passada e a partir deste dia 09 está dando alta aos que lá se encontravam internados.

O estado que não repassa verbas a ONG a alguns meses  não manifesta interesse em prosseguir com o convênio.  A Comunidade S8 por sua vez com dividas com fornecedores e sem poder assumir mais dívidas, não podendo arcar com custos de novas internações e sem convênio é obriga a paralisar imediatamente os serviços.

Sem planejamento e respeito aos pacientes os serviços são suspensos.

A clínica é a única na cidade do Rio de Janeiro a prestar o serviço de internação para tratamento de dependentes de drogas na rede pública.

Os pacientes através de sua associação  ADQR – Associação dos dependentes químicos em recuperação – manifesta sua indignação com o descaso estatal diante de uma calamidade pública materializada na forma de nossa doença:  a dependência química.

Pedimos o imediato restabelecimento dos serviços de internação desta importante unidade de tratamento que ao logo de mais de 10 anos vem sendo o única local para aqueles que não têm condições de pagar tratamentos particulares encontrarem apoio digno e humano que os auxiliem a deixar a loucura e os tormentos de uma vida com drogas.

Como portadores de uma doença pedimos  tratamento.

Pedimos pela Clinica Estadual Michele de Morais. Não ao Fechamento.

TELEFONE DA CLÍNICA 3395 0817

ASSOCIAÇÃO DOS DEPENDENTES QUÌMICOS EM RECUPERAÇÃO

- A.D.Q.R.!

Movimento social representativo dos dependentes químicos do Brasil, que luta por dignidade e cidadania, por respeito e melhores condições de tratamento, contra a descriminação e o preconceito, contra o “apartheid pelo anonimato”. Também chamada Associação de Defesa dos Direitos dos Dependente Químicos como consta em seu CNPJ(cadastro Nacional de Pessoas jurídicas).

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